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FENAJ lança nova campanha em defesa do diploma
Os colegas da FENAJ encaminharam semana passada um e-mail com um selo para que sites e blogs que apóiam a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista publiquem sua posição.
Sou a favor da campanha e da obrigatoriedade. Mesmo achando que o próprio mercado que dita e que deve regular a presença de profissionais formados ou não formados em redações e assessorias, apóio a iniciativa que tem um viés de valorizar a nossa profissão.
Principalmente nos grandes e médios centros, em que a concorrência é grande pelas vagas disponíveis, não há mais como admitir que um profissional não formado atue como jornalista. Isso se o patrão estiver preocupado com a qualidade da informação e do trabalho deste profissional.
Em pequenos centros, a situação é adversa – vários jornais e especialmente emissoras de rádio e televisão ainda atuam com profissionais precários, sem formação. Com a interiorização dos cursos de Jornalismo, esta realidade tem mudado e dentro de poucos anos certamente estará mais profissionalizada a cobertura jornalística.
Abaixo publico o manifesto que a FENAJ está divulgando, especialmente para sensibilizar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que iá julgar um recurso que, se aprovado, desregulamenta a profissão de jornalista.
Manifesto à Nação
Em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no BrasilA sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.
O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a julgar o Recurso Extraordinário (RE) 511961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista, porque elimina um dos seus pilares: a obrigatoriedade do diploma em Curso Superior de Jornalismo para o seu exercício. Vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas. (mais…)










