Pessoal

21
jan

Facilidades da internet móvel

Há dois anos sou usuário de internet móvel. Até já publiquei aqui no blog um pouco sobre minha utilização quando completei um ano. Desde então, mudou bastante coisa.

Hoje sou usuário corporativo da Vivo, com um plano de dados 3G de 250mb no meu smartphone Nokia E71. Limite mais que suficiente para meu uso – e-mails, twitter, notícias, leitura de jornais impressos e acompanhamento do meu Google Reader. Todos com aplicativos e mobile sites otimizados para não fazer uso de muitos dados.

Não costumo muito viajar a trabalho, que seria uma grande vantagem ser usuário de internet móvel. A minha utilização está muito ligada a me manter conectado o tempo todo, já que como assessor de imprensa e empreendedor preciso estar atento a pautas que surgem, e-mails de última hora que necessitam de breve resposta. O E71, com seu ótimo teclado qwerty, facilitou muito a rotina de enviar e receber e-mails, além de twittar insights e responder mensagens.

Para terem noção, eu diariamente leio os jornais diários catarinenses por meio do smartphone, logo que acordo. Como só vou ter contato com o impresso no início da tarde, quando chego ao escritório da Dialetto, é essencial para mim este acompanhamento matinal.

Outro efeito bacana que um smartphone proporcionou para mim é que tenho trabalhado menos em cima do laptop – muitas manhãs e noites, que antes ficava direto no computador, agora acompanho e fico atento no celular, otimizando muito meu uso e tempo.

Tenho trabalhado bastante também fora do escritório, em cafés e shoppings também. Nos lugares que não oferecem wi-fi, basta conectar o Macbook com o E71 por meio do bluetooth – faço do smartphone um modem 3G do laptop. Outra facilidade muito importante para mim.

Enfim, algumas facilidades que não conseguiria me imaginar mais sem.

22
dez

Cartões de boas festas

Todo fim de ano tenho feito eu mesmo os cartões de desejo de boas festas da minha empresa – a Dialetto – e o pessoal, que distribuo entre os amigos. Confira como ficaram os deste ano:

No pessoal, o grande destaque é o meu Dachsund Augustinho, que pela terceira vez estrela o cartão. Na primeira foi com uma toquinha de Papai Noel, na segunda uma rolha de espumante na boca e desta vez, faz às vezes de anjo.

14
dez

Um novo blog

Blog Rodrigo LóssioComo podem perceber, o blog Impressão Digital mudou radicalmente – até mesmo de nome. Estas mudanças refletem uma nova fase e uma nova proposta para este domínio, que mantenho há cinco anos como um blog pessoal e profissional.

Aqui, continuarei postando novidades e conteúdos relacionados ao meu dia a dia profissional – jornalismo, comunicação, empreendedorismo, tecnologia, web, blogs, dentre outros assuntos. O novo leiaute dá ênfase também ao meu Twitter, fotos no Flickr e os últimos posts do meu outro blog – o TI Santa Catarina, que tenho dedicado diariamente esforços para mante-lo atualizado.

Continue acompanhando o blog, assine o RSS e deixe seus comentários.

25
jul

Segurança no uso da internet em dispositivos móveis

Participei recentemente de uma reportagem da RBSTV, no Jornal do Almoço, para falar sobre meus hábitos de utilização da internet em dispositivos móveis e como lido com a segurança por ali. Na oportunidade, falaram sobre o assunto também o Tiago Cruz, especialista em dispositivos móveis da Praesto Convergence e o Carlos Eduardo Nascimento (Lula), presidente da SUCESU-SC.

11
mar

Surprise me

Surprise meNo verão de 2004/2005, enquanto ainda estava na Universidade, dei um tempo do escaldante calor da Ilha para congelar nas montanhas rochosas do Colorado, nos Estados Unidos. Fiz um daqueles programas de trabalho no exterior, feito na sua maioria por universitários. Trabalhava no restaurante de uma estação de esqui ao sul do Colorado, Monarch Ski Area.

A experiência de ter trabalhado com algo totalmente avesso a minha realidade foi bem interessante. Mas lembro, de forma recorrente, de uma passagem que lá me acontecera e que até hoje me toca. No restaurante, era um faz-tudo (como todos os brasileiros que lá estavam também). Da pizza ao hamburguer, da sopa aos burritos e nachos, do caixa à limpeza: era a nossa rotina.

Tínhamos que nos reportar diretamente a nossa chefe de cozinha: uma vietnamita baixinha e invocada chamada Phanny. Quando precisava recorrer a ela para determinada tarefa ou pedia alguma sugestão do que fazer de pizza ou sanduíche em determinado dia, ela quase nada falava e simplesmente dizia: Surprise me, ou seja, surpreenda-me. É uma lição que tomo comigo até hoje.

Pode parecer uma passagem idiota, simples, mas que sempre me faz pensar e me toca muito relembrar disso: da necessidade sempre fazer não só um bom trabalho, mas o melhor. Não algo comum, mas algo que toque alguém. Fazer um trabalho bom deve ser o mínimo: precisamos sempre pensar na “cerejinha do bolo”, no diferencial, para, definitivamente, surpreender. Isso acaba norteando o meu trabalho hoje e incentivo para que quem esteja do meu lado também tenha isto em mente.

12
nov

Florianópolis para (quem fala) inglês ver

No último fim de semana passei por uma experiência bacana aqui em Florianópolis. Recebi dois amigos americanos, que vieram conhecer nossa bela ilha. A Alison (aí do lado) vive em Salida, no Colorado, e trabalhou comigo durante quase quatro meses na temporada 2004/2005, numa estação de esqui, também no Colorado – a Monarch Ski Area. Robin é o filho dela, formado em administração de empresas em San Diego, Califórnia, e desde o ano passado estava morando em Buenos Aires, dando aulas de Business English para os hermanos. Em janeiro, ele já havia vindo para cá com amigos e chegamos a nos encontrar durante um dia.

Ambos haviam vindo do Rio de Janeiro, visitar uma colega de lá que também trabalhou conosco naquela temporada no Colorado. Como anfitrião dos dois em Floripa, fiquei envergonhado de como os estrangeiros estão sendo tratados aqui. Mesmo Santa Catarina sendo o segundo Estado brasileiro mais procurado por estrangeiros, dados do Ministério do Turismo, falta muito para bem recebermos eles aqui. Especialmente aqueles que falam inglês – já que quem fala e lê espanhol ainda consegue se virar.

Temos pouquíssimas placas de trânsito em língua inglesa aqui. Nos diversos restaurantes que fomos – de norte a sul, na Lagoa e no Centro, em todos tive que intermediar a comunicação. Nas históricas fortalezas que temos por aqui, nenhuma com mensagens em inglês, mesmo sendo administradas pela UFSC, que até Mestrado em Tradução tem.

Até no aeroporto, do café ao balcão de atendimento da TAM, no check-in – nada. No Palácio e Museu Cruz e Souza, só há folders em português. A guia não falava inglês, pedia para eu traduzir (!!!). Só na parte superior haviam plaquinhas em inglês, mas minúsculas e pouco explicativas. Eles ficaram empolgados ao verem a exposição “De Saint-Exupéry a Zeperri”, no palácio, sobre a vida e obra de Antoine de Saint-Exupéry – entre elas o fantástico Pequeno Príncipe. Mas a crítica se mantém – tive que traduzir os mais de 25 banners, todos em português.

Enfim, esta mesma Florianópolis, este mesmo Estado, que pretende receber alguns jogos da Copa do Mundo de 2014, no mundial que será realizado no Brasil. Se recebermos jogos entre Angola e Portugal, ou mesmo dos países da América Latina, até vai – mas de resto, teremos que melhorar muito. É a mesma Floripa do governador que vibra pela vinda do Congressso Mundial de Turismo a Florianópolis, próximo ano. O jornalista Moacir Pereira foi muito feliz ao comentar em sua coluna do Diário Catarinense, nesta terça-feira, sobre o pífio aeroporto que temos.

Penaram, e muito, os executivos e empresários que desembarcaram no Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis, nos últimos dias. Turistas nacionais e estrangeiros sofreram com a decadente infra-estrutura. As autoridades e parlamentares que chegaram de avião à Ilha de Santa Catarina pagaram pela precariedade da estação de passageiros. Começa pela ausência de finger (as rampas de acesso às aeronaves), passa pela acanhada esteira de bagagens e se encerra no espaço limitado para as operações de embarque e desembarque.

A descida dos aviões nos dias de chuva é uma lástima. A ausência dos fingers, que existem em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e no resto do Brasil, impõe um serviço extra às empresas, que providenciam guarda-chuvas para seus passageiros. Mas há dias em que o vento forte neutraliza a proteção emergencial. As varetas se invertem e a abóbada se transforma numa copa. Cenas de comédia pastelão. Com muita chuva, só faltam as antigas galochas para proteção dos pés. Realmente, uma vergonha.

Imagina receber os congressistas de todas as partes do mundo no Hercílio Luz. Outro ano, durante uma Futurecom, os taxistas da cidade chegaram a fazer greve, prejudicando o deslocamento dos participantes para o CentroSul.

É isso – o que acabou compensando (e que sempre irá compensar) são as nossas belezas naturais, especialmente neste fim de semana, que ainda conseguimos pegar diversas horas com sol e belas paisagens pela ilha. Havaianas, churrasco, caipirinha, peixinho no Pântano do Sul, enfim, um fim de semana agradável.

24
jul

Idéias, interação e a palestra sobre blogs

Não comentei nada por aqui ainda da palestra que dei na última terça-feira sobre blogs profissionais e corporativos. Foi uma experiência muito interessante e de grande aprendizagem. Foi um sucesso de público também – o auditório da ACATE estava praticamente lotado, em seus 70 lugares.

Na verdade pensei em uma hora de apresentação e o tempo acabou indo muito além – quase duas horas. Peço desculpas a quem estava presente, mas a participação do pessoal foi fundamental, fazendo perguntas, tecendo comentários, apresentando seus próprios casos de uso e dúvidas. Soma-se isso ao fato de ter sido a primeira vez que palestrei sobre o assunto.

Imagem de francescopozzi via Flickr

Enviei também um formulário de avaliação a todos os participantes e grande parte já respondeu, apresentando críticas e observações que com certeza já farão a diferença na mesma palestra que darei na próxima segunda-feira, dia 28, também na ACATE. Tivemos que abrir duas turmas devido ao grande interesse demonstrado. E olha que nem divulgamos muito – foi só na base de e-mails e uma notícia no site Acontecendo Aqui.

Infelizmente as inscrições já estão encerradas, mas quem quiser, terá a possibilidade de assistir a transmissão ao vivo da palestra, via Yahoo Live. Fizemos um teste na terça e apresentou bom desempenho, apesar de algumas falhas técnicas no som, que vamos tentar corrigir.

Ah, na terça, irei publicar aqui no Impressão Digital um resumo desta palestra para quem quiser conferir e guardar. E também decidi que irei publicar alguns posts no blog tratando de temas discutidos na palestra e que houve maior interesse.

É isso! Em breve irei anunciar também alguns workshops que irei promover sobre o assunto e um modelo de consultoria que estou montando para auxiliar profissionais e empresas a investirem na ferramenta e criarem reais oportunidades de relacionamento na web com clientes e o mercado. A palestra sinalizou que há interesse e demanda de atendimento, que espero contar com a colaboração de parceiros como o Alexandre Gonçalves, Tiago Machado, Labbo, entre outros.

2
jun

Trabalho em casa também no Zero Hora

O Zero Hora publicou neste domingo a mesma reportagem que saiu no Diário Catarinense, duas semanas atrás, sobre trabalho em home office[bb]. Mudou praticamente só os títulos e uma foto, que erraram na edição ao colocar na legenda meu nome e na foto o Jerônimo Thompson.

Bacana, divulgação também em terras gaudérias.

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25
mai

De peça em peça

Abro espaço no blog para um post bastante pessoal – não que outros que tenho publicado aqui não sejam. Gostaria de anunciar a todos a conquista de mais uma conta da Dialetto: a do aposentado Herter Bernardo Scheidt, que nesta terça-feira, completa 90 anos. Brincadeiras à parte, não por acaso, seu Scheidt é meu querido avô materno – um exímio montador de quebra-cabeças de Palhoça (SC). Antigamente montava em outra coisa – cavalos, era domador.

Eu e a Adriane tivemos a idéia no ano passado, mas somente neste feriado concretizamos e demos encaminhamento. O objetivo era divulgar e homenagear o meu vô e o seu hobby, que tem há 30 anos, desde que se aposentou: montar quebra-cabeças de 500, 1000, 3000 e até 5000 peças. Na sexta sugeri a pauta para o editor de Geral do Diário Catarinense, que achou interessante e quis estampar na contra-capa deste domingo a história do meu avô.

Bem, o resto… vocês podem ler diretamente no site do Diário Catarinense o texto da ótima repórter Viviane Bevilacqua. Coloco também no leia mais deste post, já que em 30 dias sai do ar no site do jornal.

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18
mai

Trabalho em home office

Reportagem especial e de capa deste domingo no Diário Catarinense destaca o trabalho em home office, que a cada dia ganha mais adeptos. Em cidades maiores, isso é realidade há muito tempo. Não são todos que se acostumam e a reportagem dá dicas para lá de valiosas.

Resolvi trazer o assunto para cá porque, inclusive, fui um dos entrevistados na reportagem do colega João Grando. Indiquei também para a matéria o colega Augusto Campos, que comanda dois ótimos blogs: BR-Linux (que trata sobre Linux e software livre) e o Efetividade.net (minha principal referência de blog no Brasil sobre assuntos ligados a produtividade pessoal e profissional).

Foram duas páginas, que podem ser vistas diretamente no site do Diário (link fica ativo durante 30 dias):

No leia mais reproduzo a matéria para depois que não estiver mais disponível no site do Diário. (mais…)

Submarino.com.br