Empreendedorismo

2
jun

Trabalho em casa também no Zero Hora

O Zero Hora publicou neste domingo a mesma reportagem que saiu no Diário Catarinense, duas semanas atrás, sobre trabalho em home office[bb]. Mudou praticamente só os títulos e uma foto, que erraram na edição ao colocar na legenda meu nome e na foto o Jerônimo Thompson.

Bacana, divulgação também em terras gaudérias.

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23
mai

Miguel Abuhab e Formigas com Megafone

Nos últimos dias tenho dedicado algumas horas para analisar estatísticas deste blog. Estou utilizando o Clicky, que é uma espetacular ferramenta e que irá merecer um post só sobre ele por aqui.

Mas o assunto deste post é outro. Vi que recebi alguns acessos ao Impressão Digital do blog que tem um nome para lá de criativo: Formigas com Megafone, um projeto coletivo que tem como objetivo discutir iniciativas que podem melhorar o Brasil. Um dos temas que os especialistas pretendem se ater é a reforma e simplificação tributária.

Por mais que se intitulem formigas, os autores do blog, por seus títulos e importância no contexto brasileiro, estão mais para besouros (considerados os maiores insetos do planeta). Colaboram nomes como Eurico de Santi, coordenador do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários, o professor da UFRGS, Dennis Rosenfield e o fundador da Datasul e um dos principais conhecedores do segmento de tecnologia no País, Miguel Abuhab. Por isso que digo que é uma honra ter conferido que o meu blog está na lista de recomendados do Formigas com Megafone.

Abuhab, por exemplo, já foi destaque aqui no Impressão e acaba de lançar um livro sobre a história de vida dele – que certamente deve estar entre as minhas próximas aquisições. O livro Miguel Abuhab: um homem que não pára mostra a biografia do empreendedor à frente de empresas como a Datasul e a NeoGrid, sua visão de negócios e aspectos pessoais de sua vida. Não deixe de conferir também um dos primeiros posts de Abuhab no projeto das Formigas – O meu sonho também é seu.

11
abr

Empreendendo e compartilhando

E dá-lhe gerúndio!

Na próxima sexta-feira, dia 18 de abril, estarei na minha cidade natal, Rio do Sul, para um bate-papo com alunos da sétima fase do curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, da Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (UNIDAVI). O tema da conversa será Empreendedorismo em Comunicação: uma visão do mercado do mercado para jornalistas em Santa Catarina.

O convite veio através de um aluno de lá, que aqui no blog, se interessou pelo tema, quando estive com estudantes de Jornalismo da Estácio de Sá, ano passado, e comentei por aqui.

Será interessante trocar idéias com meus conterrâneos e aspirantes a jornalistas. Até pouco tempo, era eu que estava na Universidade, com angústias parecidas – o que fazer depois de formado? É isso que eu quero mesmo? Qual área seguir?

Empreender é uma alternativa – certamente, sim. Mas como construir isso? Basta abrir a empresa? Quais são os passos? É fácil, difícil, o que fazer? São algumas das perguntas que vou tentar responder junto com eles na conversa por lá, com a turma de Gestão da Comunicação, do professor Erick Pereira, também empreendedor na WP Comunicação, agência de publicidade de Rio do Sul.

9
dez

A2C leva o Talentos Empreendedores

A A2C Internet para Negócios, do amigo e colega Anderson de Andrade, de Joinville, levou na última quarta-feira o Prêmio Talentos Empreendedores, na categoria Empresa de Base Tecnológica. Tive a oportunidade de assistir a cerimônia ontem na TVCOM Florianópolis e foi muito bacana ver o trabalho da equipe do Anderson reconhecido através deste prêmio.

O Anderson é um grande empreendedor e parceiro em diversos projetos. Entre eles está um que estamos formatando para o CETIC-SC – uma grande ação mobilizadora para o setor de tecnologia. Além disso, ele está a frente de iniciativas como a Associação Catarinense de Agências Digitais (ACADi), além de ser diretor da SUCESU-SC – ele de Marketing, eu de Comunicação.

Talentos Empreendedores 2007 - Santa CatarinaEntre os critérios analisados pelos jurados do Prêmio estavam: empreendedorismo (claro!), planejamento estratégico, foco no cliente e no mercado, além da gestão de processos. O Talentos Empreendedores é acompanhado por diversas entidades como o Movimento Catarinense pela Excelência, a Fundação Nacional de Qualidade (FNQ) e o próprio SEBRAE-SC, como promotor.

A A2C concorreu com outras quatro empresas – Datainfo (Blumenau), Tecmedia Internet Design (Tubarão), JB Software (Joinville) e a Pixeon (Florianópolis). Ah, a Associação Empresarial de Rio do Sul (ACIRS), minha cidade natal, recebeu menção como entidade empresarial de médio porte que originou o maior número de inscrições para o prêmio.

16
nov

CLT vs. PJ: uma visão

global.jpgUma pesquisa divulgada pelo Infomoney e divulgada no Administradores mostrou que os profissionais ainda tem, como primeira preocupação, ao procurar um emprego, a estabilidade com todos os direitos e benefícios trabalhistas. 41,13% disseram priorizar a carteira assinada, no regime de CLT. A pesquisa mostra ainda que entre trainees e recém-formados a porcentagem aumenta – 53,06%. A pesquisa não fala, mas a constatação é clara – a busca incessante pelo emprego no funcionalismo público também é uma evidência que o brasileiro quer mesmo ter a segurança das leis trabalhistas.

No último post sobre o assunto, comentei da dificuldade que o empregador encontra hoje no mercado para regularizar seus profissionais. Sinto isso na pele, na Dialetto. Ao mesmo tempo a minha empresa é muito fruto da realidade que encontrei no mercado ainda como estudante. Costumava fazer muitos trabalhos como free-lancer, mas chegou um momento que precisei regularizar e me tornar pessoa jurídica para continuar prestando os serviços. Não adiantava mais alternativas mais simples e pouco profissionais como nota fiscal avulsa de prefeitura, que pesava muito mais para o contratante do que para o contratado, já que nestas notas incidem a tributação do INSS – cerca de 31%, se somados a parte do empregador e do empregado.

Por isso acredito muito que cada vez mais nós, jornalistas, publicitários, relações públicas, profissionais da comunicação, ou ainda analistas de sistemas, programadores, entre outros, devemos ter a consciência e nos apresentarmos ao mercado como prestadores de serviço. Isso precisa estar refletido numa mudança de mentalidade. É claro que este é um discurso muito voltado para o mercado e pouco para o social – afinal, há uma série de dificuldades que estar fora da CLT acaba ocasionando como o não acesso a benefícios e outros pontos como acesso a crédito, aposentadoria, etc. Mas é isto que o mercado aponta e muitos dos profissionais vão precisar se adequar a esta realidade se quiserem se manter competitivos e vivos profissionalmente. Os benefícios podem ser buscados de outra forma.

As vantagens de ser um prestador de serviço estão ligadas principalmente a autonomia do profissional, a capacidade de muitas vezes escolher o seu rumo profissional, o melhor cliente, o melhor investimento e custo-benefício. Ou seja, você acaba trabalhando pelo o que consegue produzir. Digo isso porque muitas vezes alguém empregado não dá tudo o que pode dar pela empresa, mas mesmo assim é remunerado no fim do mês da mesma forma – isso na maioria das empresas, com as honrosas exceções.

Enfim, são algumas idéias sobre o assunto que jogo aí para discussão – colegas, quero opiniões, sejam elas contrárias ou a favor. Devo voltar ao assunto brevemente.

16
nov

CLT vs. PJ: a realidade

Carteira assinada deixou há muito de tempo de ser uma exigência para ser um privilégio dos trabalhadoras brasileiros. É sabido que o país é um dos mais rígidos e inflexíveis quando o assunto é legislação trabalhista. O alto custo para contratar um trabalhador incentiva, por muitas vezes, a não regularização do funcionário por parte do empresário. Diante disso, o empregador precisa recorrer a outras opções para poder se manter competitivo no mercado. E o empregado também não pode ficar parado. Acompanhando de perto o setor de tecnologia, já vi algumas alternativas que tem como objetivo flexibilizar a relação entre empregador-empregado.

Incentivar o empregado a se tornar pessoa jurídica é a mais comum de todas. A relação passa a ser um contrato de prestação de serviços, geralmente condicionado a metas de desempenho. Ou seja, você recebe pelo o que você faz, o que acaba remetendo à produtividade. Outra opção comum são as cooperativas de trabalhadores que acabam sendo a pessoa jurídica dos empregados para que os mesmos possam prestar um serviço.

Outra alternativa que recentemente tomei conhecimento e que é um pouco mais polêmica é a contratação flexível, ou a tal CLT Flex. Funciona mais ou menos assim: o empregador contrata o funcionário por um salário base, geralmente o piso, e agrega ao valor final uma série de benefícios além do vale transporte, alimentação, previdência privada, e que não são tributáveis. Alguns deles são a remuneração pela propriedade intelectual do trabalhador e as cota-utilidades, que são pagamentos que o empregado pode efetuar para comprar itens diversos como vestuário, ajuda no transporte, assistência médica e seguro, entre outras possibilidades que aparecem na folha como ajuda de custo, ou seja, não estando sujeito a tributação e não fazem parte do salário.

Enfim, isto tudo acabam sendo alternativas que são criadas para burlar a engessada legislação trabalhista brasileira, por conta principalmente dos encargos sociais excessivos. Vou continuar o assunto em outro post sobre uma pesquisa que mostrou que muitos ainda sonham com um emprego CLT em vez de buscarem outras alternativas para prestarem seus serviços, além da minha visão sobre o assunto.

4
nov

Abuhab e a Datasul

A catarinense Datasul é uma das empresas que desenvolvem software mais bem sucedidas no país. Muito do que conquistou e é hoje partiu do espírito empreendedor do seu fundador – Miguel Abuhab. Em Santa Catarina, Abuhab é referência e arriscaria dizer unaminidade entre empresários e dirigentes de entidades, pelo seu pioneirismo e visão do setor.

O Portal Exame PME publicou uma reportagem-depoimento que narra parte da história da Datasul e de seu principal empreendedor. Em 1978 (nem era nascido), ao deixar o posto de um dos principais executivos da Consul, Abuhab fundava a Datasul e, com apenas um mês de empresa, já ganhava mais do que na fabricante de refrigeradores trabalhando sozinho, sem ninguém ao seu lado. Em três meses, já contratava sua primeira equipe de desenvolvimento e vendas. Imagina – há 30 anos.

Tuca Andrade/Folha ImagemO pioneiro do software

O engenheiro Miguel Abuhab conta como ergueu uma das mais bem-sucedidas empresas brasileiras de desenvolvimento de softwares — e seus desafios para enfrentar concorrentes de olho no seu mercado

Filho de imigrantes — a mãe veio da Turquia, e o pai, de Israel –, o empresário paulista Miguel Abuhab, de 63 anos, estava predestinado a seguir o rumo profissional da família, dona de uma pequena loja de armarinhos em São Paulo. Mas, influenciado pelo irmão mais velho, formou-se no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Após um início de carreira numa fabricante nacional de geladeiras, Abuhab montou o próprio negócio, a Datasul, e consagrou-se como um dos pioneiros no país a desenvolver programas de computador. Quase três décadas mais tarde, a Datasul é uma das líderes no fornecimento de softwares de gestão empresarial integrada, aqueles conhecidos como ERP. Neste depoimento a EXAME PME, Abuhab conta como levou a empresa, que começou numa salinha na cidade catarinense de Joinville, a abrir o capital na bolsa. Hoje, à frente de um negócio especializado em desenvolvimento de softwares, Abuhab é presidente do conselho de administração da companhia. Junto com seu principal executivo, Jorge Steffens, ele está diante de um desafio do crescimento — comandar um difícil processo de consolidação para enfrentar a concorrência cada vez mais dura em seu setor.

Leia toda a reportagem-depoimento…

26
out

Assessoria de imprensa no Supersimples

O deputado Luiz Carlos Hauly, relator do Simples Nacional, aprovado no fim do ano passado, enviou para a Câmara no último dia 17 um novo projeto de lei que inclui novos setores a serem beneficiados pela lei geral de micro e pequenas empresas. As empresas de assessoria de imprensa, como a Dialetto, representam um destes novos que poderão ser contemplados no novo regime de tributação.

Claro que nem tudo são maravilhas. O Supersimples recebeu várias críticas porque em muitos casos não vale a pena entrar, ou mesmo quem já estava no Simples Federal, teve que desistir já que a carga tributária se elevaria. No caso das assessorias têm alguns poréns que devem ser avaliados, para se pensar na adesão. A necessidade de ter 40% do meu faturamento comprometido com a folha salarial dos sócios e empregados é um dos motivos. No meu caso, que somos em dois sócios e que não temos empregados, mas sim freelancers que não são remunerados por folha, não vale a pena. Haveria até como elevar para 40% a folha, porém os custos com o pagamento de INSS e imposto de renda pessoa física inviabilizariam a operação. As dicas são do meu contador, Aloísio dos Santos, da MK Contabilidade.

22
out

Empreender na comunicação

Estácio de Sá - Santa CatarinaNesta sexta-feira, 26, à noite, estarei com a turma da disciplina de Empreendedorismo da quinta fase de Comunicação Social – Jornalismo, da Estácio de Sá, para falar sobre o empreender na comunicação, as tendências e oportunidades deste mercado e a experiência de ter um negócio neste segmento. O convite veio do colega blogueiro e professor Rogério Mosimann, durante a palestra do Noblat, semana passada. É a segunda vez que serei sabatinado pelos alunos lá da Estácio – ano passado fui a convite do jornalista Gonzalo Pereira, meu primeiro professor em Jornalismo, quando ainda fazia Publicidade na UNISUL.

A Estácio mantém diversas disciplinas voltadas ao empreendedorismo e a idéia do encontro é fazer um bate-papo com os estudantes, apresentar a Dialetto, seu foco na área de tecnologia, os produtos e serviços diferenciados, como também a minha experiência de empreender mesmo durante a faculdade. As dificuldades, os entraves e a concorrência também farão parte da conversa.

18
out

Justus procura novo sócio no Aprendiz 5

O Aprendiz 5Estão abertas as inscrições para a quinta edição do programa televisivo da Record – O Aprendiz. Como na quarta, o empresário e publicitário Roberto Justus procura um sócio para um empreendimento em qualquer área. Mas, diferentemente da última edição, desta vez não é necessário ter um projeto pronto para disputar a vaga – bastar ter a cara e coragem de ser sabatinado pelo empresário. Quem ganhar o programa, que inicia em maio do próximo ano, terá sua empresa instalada na incubadora que Justus criou recentemente – a Brainers. O primeiro negócio incubado foi a DryWash, do último ganhador de O Aprendiz – o ambicioso Tiago.

Na minha opinião, o programa de Justus é um dos mais interessantes da TV aberta brasileira. Assisto sempre. As tarefas são desafiadoras e muitas delas estão ligadas em áreas que atuo diariamente como empresário e jornalista. Além disso, a sacada de criar a incubadora foi genial, inspirada na experiência que o apresentador teve com o SEBRAE na última edição.

Update 27/06/2008

Confiram as novidades para o Aprendiz 6 – Universitário

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