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Surprise me
No verão de 2004/2005, enquanto ainda estava na Universidade, dei um tempo do escaldante calor da Ilha para congelar nas montanhas rochosas do Colorado, nos Estados Unidos. Fiz um daqueles programas de trabalho no exterior, feito na sua maioria por universitários. Trabalhava no restaurante de uma estação de esqui ao sul do Colorado, Monarch Ski Area.
A experiência de ter trabalhado com algo totalmente avesso a minha realidade foi bem interessante. Mas lembro, de forma recorrente, de uma passagem que lá me acontecera e que até hoje me toca. No restaurante, era um faz-tudo (como todos os brasileiros que lá estavam também). Da pizza ao hamburguer, da sopa aos burritos e nachos, do caixa à limpeza: era a nossa rotina.
Tínhamos que nos reportar diretamente a nossa chefe de cozinha: uma vietnamita baixinha e invocada chamada Phanny. Quando precisava recorrer a ela para determinada tarefa ou pedia alguma sugestão do que fazer de pizza ou sanduíche em determinado dia, ela quase nada falava e simplesmente dizia: Surprise me, ou seja, surpreenda-me. É uma lição que tomo comigo até hoje.
Pode parecer uma passagem idiota, simples, mas que sempre me faz pensar e me toca muito relembrar disso: da necessidade sempre fazer não só um bom trabalho, mas o melhor. Não algo comum, mas algo que toque alguém. Fazer um trabalho bom deve ser o mínimo: precisamos sempre pensar na “cerejinha do bolo”, no diferencial, para, definitivamente, surpreender. Isso acaba norteando o meu trabalho hoje e incentivo para que quem esteja do meu lado também tenha isto em mente.











Muito proveitosa essa mensagem! Ao enxergar a atividade como ela é (qualquer que seja essa atividade), mas pensando além, em como fazê-la melhor e mais próxima do que se quer, conseguimos nos conscientizar de que cada um constrói o resultado e é responsável por torná-lo mais ou menos próximo ao que almejava. Mantendo a visão de surpreender e agindo para que se esta concretize, cada um pode criar o futuro que deseja.
[...] post de hoje foi originalmente publicado no meu blog – o Impressão Digital – e relata uma experiência bem particular que tive e a importância de sempre buscarmos uma [...]
Rodrigo,
Hoje os acomodados vão ficando para trás, num mundo que se transforma rapida e intensamente.
Um grande líder sabe servir, e faz sempre o seu melhor, surpreende. Um líder deve amar o objeto que produz. Deve vivê-lo, senti-lo, ter prazer com o próprio trabalho.
Os empreendedores são os que fazem diferença nos ambientes. Eles auxiliam, conquistam, motivam as pessoas, enxergam o que não está diante dos olhos, trazem soluções dos problemas, inovam.
Um profissional que quer ter sucesso, deve estar sempre comprometido com seu autodesenvolvimento, direcionado para os resultados. Deve ser maduro, com visão do futuro, criativo, que contribua para a melhoria contínua.
Suzana de Souza Coelho
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