Arquivo de março, 2009
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A saga do primeiro desbloqueador de iPhone brasileiro
Tem algumas histórias que mostram que a inteligência do brasileiro e sua capacidade criativa podem superar fronteiras e diversos obstáculos. Quando falamos de tecnologia e relacionamos estas duas competências com uma formação qualificada, vemos que há caminhos para o país se tornar referência no desenvolvimento tecnológico. E isso se estende, principalmente, a Santa Catarina – em que há boas escolas, há pesquisa e incubadoras de empresas para receber projetos.
O que falta é mais infraestrutura educacional e condições para multiplicar o desenvolvimento do setor – para que histórias como a que li no Webinsider possam ser nosso cotidiano e não exceções. Juliano Spyer relata em um artigo no portal a saga de Breno Masi – o MacMasi – o primeiro brasileiro a desbloquear um iPhone, o segundo do mundo. Uma caso de ascenção meteórica e que demonstra que capacidade o brasileiro tem – o que falta é melhorar o nosso entorno. O próprio Webinsider acaba, em outro artigo assinado por Roberto Carlos Mayer, relatando um pouco da atual situação.
O primeiro iPhone destravado no Brasil
16 de março de 2009, 20:21
Brincando de gato e rato: a incrível história do destravamento do iPhone no Brasil, em conjunto com o primeiro no mundo.
PorQuando eu me dei conta da importância – histórica, até, falo como historiador – daquele depoimento, já estávamos no meio do relato e o registro ficaria incompleto.
Quem me passou o contato do Breno Masi foi o Cazé Peçanha, que é uma das milhares (literalmente) de pessoas que pagou para o Breno desbloquear o iPhone dele. Mas eu não fazia ideia da história que ele contaria no MobileCamp, deixando todos os presentes hipnotizados por mais de 40 minutos.
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O Google e ferramentas para empresas
Na última edição da Revista Empreendedor, fui entrevistado pela colega Francis França em uma reportagem sobre como o Google pode ajudar micro e pequenas empresas, além de empreendedores, a administrar melhor seus negócios, potencializar suas atuações e dinamizar o relacionamento entre clientes e entre equipe interna.
Ficou uma reporatagem bem explicativa e destacando casos de utilização das ferramentas – na sua maioria gratuitas ou com custos baixíssimos. Vale a pena conferir! Segue abaixo o trecho inicial:
Bufê de serviços
Lista de utilitários self-service oferecidos pelo Google inclui ferramentas de produtividade e publicidade
por Francis França
A lista de custos para manter um negócio ficou um pouco mais curta, agora que uma porção de ferramentas de produtividade e até campanhas publicitárias estão disponíveis na internet, de graça ou a preços bastante atrativos. Boa parte desses serviços foi desenvolvida pelo Google, com uma plataforma self-service de utilitários que combina cada vez mais com as micro e pequenas empresas.
O menu inclui criação de sites, administração de agendas, documentos e planilhas de forma colaborativa, formulários para pesquisa, grupos de discussão, mapas, mensagens instantâneas, análise de tráfego on-line, etc. No Google Sites, por exemplo, é possível construir uma página na internet sem precisar de conhecimento técnico e sem pagar servidor de hospedagem, basta ter um domínio ‘.com’ ou ‘.com.br’. A maior parte das ferramentas funciona em dois níveis de acesso: um básico e gratuito e outro pago com mais funcionalidades.
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O Twitter também é Vivo
Em outra oportunidade, já tinha comentado por aqui de um episódio que aconteceu comigo com a NET, em que após sucessivas reclamações via Twitter, tive um problema de meses resolvido em semanas. Algo que criou uma experiência positiva no meu relacionamento com eles, que provém internet e telefonia para minha empresa.
Bom, durante esta semana outra empresa me surpreendeu positivamente após um post publicado no Twitter, em que reclamava do atendimento de lojas da operadora Vivo em Florianópolis e de uma suposta falha no sistema. Segue o tweet:
Há 3 dias as lojas da Vivo em Florianópolis me dão a desculpa de que o sistema está fora do ar, para passar de CDMA para GSM o cel da Adri.
Após publicar isso, em poucos minutos entrou em contato comigo via direct, no Twitter, a relações públicas Carol Terra, uma das principais especialistas em RP digital do país, que assina o ótimo blog RPalavreando. Ela queria mais informações sobre o problema que eu vinha enfrentando e se apresentou como consultora de RP digital da Vivo.
Felizmente no mesmo dia, quando fui almoçar num shopping de Floripa, acabamos passando novamente numa loja da Vivo e naquele dia conseguimos fazer a migração de CDMA para GSM, do celular da minha sócia. Mesmo assim, horas depois, recebemos uma ligação de uma pessoa da Central de Atendimento VIP da Vivo, procurando saber mais informações sobre o problema que vínhamos enfrentando e como ela poderia ajudar. E olha que a Adri é usuária de um celular pré-pago, em que as operadoras pouco tem oportunidades de relacionamento.
Já estava tudo resolvido, mas agradecemos o interesse e disposição e aproveitamos ainda para reclamar do atendimento oferecido por uma das lojas que fomos.
E foi isso. Reclamar de operadores de telefonia é normal – são elas as campeões de reclamações no Procon. Porém em duas oportunidades consegui resolver problemas relacionados a estas empresas utilizando o Twitter, e de uma forma transparente, não com uma reclamação vaga ou só por reclamar. O episódio demonstra novamente como as empresas podem aproveitar esta fantástica ferramenta para ampliar o seu relacionamento com clientes. Basta identificar estas oportunidades e estabelecer uma estratégia de continuidade.
Como cliente da Vivo há quase 10 anos, ela ganhou pontos para quando, após terminar um período de fidelidade que estou com eles, for avaliar a troca por um plano corporativo. Irei presquisar a melhor alternativa entre as operadoras e a preferência deve ser pela continuidade com a operadora da Telefônica.
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Nota fiscal eletrônica na Confraria Empresarial
O próximo encontro da Confraria Empresarial, rede de negócios confiáveis que participo desde 2007, será sobre nota fiscal eletrônica, tema bastante atual e que tenho acompanhado já há alguns anos, por conta de trabalhos para alguns clientes. É uma revolução tecnológica e tributária que estamos assistindo e que, dentro de alguns anos, estará consolidada no país.
A possibilidade de tornarem eletrônicas todas as notas fiscais representa uma grande evolução e irá impactar diretamente a forma de se fazer negócios, privilegiando as empresas que já desenvolvem todos os seus serviços ou vendem por meio eletrônico ou com o apoio da tecnologia. E diminuindo também os custos de empresas tradicionais.
Nesta primeira etapa, a nota fiscal eletrônica está se tornando obrigatória somente para segmentos que pagam ICMS, ou seja, compra e venda de mercadorias e produtos. Diversos estados estão adotando a NF-e, já que são as unidades federativas responsáveis pela arrecadação do ICMS. No âmbito municipal, somente o município de São Paulo consolidou a nota fiscal eletrônica de serviço, que recolhe o ISS.
Aguardo ansioso para que a nota de serviço também passe a ser obrigatória em âmbito municipal, já que isso irá facilitar e muito a vida das empresas de todos os portes. No caso da minha, por exemplo, pequena, que emite pouco mais de uma dezena de notas fiscais mensalmente, já iria facilitar por poder enviar as notas para pagamento por e-mail, de forma online. Imagina para quem emite algumas centenas ou milhares?
Enfim, acho o assunto fascinante e gostaria de convidar a todos para participarem na próxima terça-feira, às 19 horas, da palestra “Nota fiscal eletrônica: antecipe-se e prepare sua empresa”, que será dada por um dos principais especialistas no assunto aqui de Santa Catarina e diria até do Brasil – o colega Luiz Boal, da DF-e Tecnologia. Inclusive Boal integrou a Confraria há alguns meses sendo por mim convidado.
O evento é gratuito, será realizado no Auditório do SENAI/CTAI, na SC 401 próximo ao Floripa Shopping, e as inscrições podem ser feitas no site da Confraria Empresarial. Mais detalhes no convite abaixo.

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Surprise me
No verão de 2004/2005, enquanto ainda estava na Universidade, dei um tempo do escaldante calor da Ilha para congelar nas montanhas rochosas do Colorado, nos Estados Unidos. Fiz um daqueles programas de trabalho no exterior, feito na sua maioria por universitários. Trabalhava no restaurante de uma estação de esqui ao sul do Colorado, Monarch Ski Area.
A experiência de ter trabalhado com algo totalmente avesso a minha realidade foi bem interessante. Mas lembro, de forma recorrente, de uma passagem que lá me acontecera e que até hoje me toca. No restaurante, era um faz-tudo (como todos os brasileiros que lá estavam também). Da pizza ao hamburguer, da sopa aos burritos e nachos, do caixa à limpeza: era a nossa rotina.
Tínhamos que nos reportar diretamente a nossa chefe de cozinha: uma vietnamita baixinha e invocada chamada Phanny. Quando precisava recorrer a ela para determinada tarefa ou pedia alguma sugestão do que fazer de pizza ou sanduíche em determinado dia, ela quase nada falava e simplesmente dizia: Surprise me, ou seja, surpreenda-me. É uma lição que tomo comigo até hoje.
Pode parecer uma passagem idiota, simples, mas que sempre me faz pensar e me toca muito relembrar disso: da necessidade sempre fazer não só um bom trabalho, mas o melhor. Não algo comum, mas algo que toque alguém. Fazer um trabalho bom deve ser o mínimo: precisamos sempre pensar na “cerejinha do bolo”, no diferencial, para, definitivamente, surpreender. Isso acaba norteando o meu trabalho hoje e incentivo para que quem esteja do meu lado também tenha isto em mente.











Lista de utilitários self-service oferecidos pelo Google inclui ferramentas de produtividade e publicidade