Grande parte do reconhecimento nacional que o setor de tecnologia catarinense conquistou, nestes mais de 20 anos de história, se deve a uma dobradinha imbatível: uma ótima universidade e ambientes adequados para praticar a inovação, transformar a pesquisa acadêmica em negócio e prosperar no mercado.
A Universidade Federal de Santa Catarina, como celeiro de pesquisadores altamente qualificados, especialmente na área de Engenharia, e incubadoras de empresas como o CELTA, da Fundação Certi, e o MIDI Tecnológico, da ACATE e SEBRAE-SC, contribuem ativamente para que Santa Catarina mantenha posição de destaque neste cenário do desenvolvimento tecnológico no país.
Este mesmo modelo tem se extendido a outras regiões do Estado. É o caso da FURB com o Instituto Gene e Blusoft em Blumenau. A Univille com a Softville em Joinville. A UNIDAVI com o GTEC, em Rio do Sul. A UNIVALI com o CITEB em Biguaçu e assim por diante. Claro que isso não foi criado aqui no Estado, mas no Brasil, o modelo de incubadoras de empresas é referência. Outros países há mais de duas décadas perceberam esta oportunidades e hoje são potências no segmento por conta disso – como Estados Unidos, China, Índia, e até mesmo Espanha, Alemanha, França, entre outros.
Enfim, tudo isso para introduzir dois vídeos que reproduzem uma reportagem e uma entrevista veiculadas recentemente na mídia local sobre empreendedorismo, incubadora de empresas de tecnologia e o MIDI Tecnológico. O MIDI é um projeto que tem gestão da ACATE e é mantido pelo SEBRAE-SC.
Entrevista no programa Notícia na Tarde, com Luiz Carlos Prates, da CBN Diário e TVCOM
Ah, para quem interessar – o MIDI está com duas vagas abertas para incubar projetos e empresas. Quem tiver interesse, basta acessar o site e preencher o formulário de inscrição, para participar da seleção. Oportunidade única para ter acesso a diversas consultorias de negócio, marketing, jurídica, comunicação (apoiada pela Dialetto), além de toda a infra-estrutura física, com módulos entre 40 e 55 m², internet, telefone, limpeza.



